Internet das Coisas
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Internet das Coisas

“A IoT continuará a oferecer novas oportunidades de inovação nos negócios digitais durante a próxima década e novas possibilidades serão propiciadas por novas tecnologias ou por tecnologias aprimoradas”, diz Nick Jones, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, alertando que “os executivos que dominarem as tendências inovadoras de IoT terão a oportunidade de liderar a inovação digital em seus negócios”.

1 – Inteligência Artificial (IA)

O Gartner prevê que 14,2 bilhões de equipamentos conectados estarão em uso em 2019. Esse total chegará a 25 bilhões de dispositivos até 2021, produzindo cada vez mais um imenso volume de informações. “Os dados são o combustível que fortalece a Internet das Coisas e a capacidade das organizações de criarem valor a partir dessa base de informações é o que definirá o sucesso dessas empresas a longo prazo”, afirma Jones. “A Inteligência Artificial será aplicada a uma ampla gama de informações de IoT, incluindo vídeo, imagens estáticas, fala, atividade de tráfego de rede e dados de sensores”. Segundo o analista, o cenário tecnológico da Inteligência Artificial é complexo e continuará assim até 2023, com muitos fornecedores de TI investindo pesado no desenvolvimento de Inteligência Artificial e em serviços baseados em plataformas inteligentes. Apesar dessa complexidade, será possível obter bons resultados com essas tecnologias, em uma ampla gama de situações de IoT. Como resultado, os CIOs (Chief Executive Officers) deveriam adotar em suas organizações ferramentas e habilidades para explorar Inteligência Artificial em sua estratégia de IoT.

2 – IoT social, legal e ética

À medida que a IoT amadurece e se torna amplamente adotada, uma enorme gama de questões sociais, legais e éticas crescerá em importância. Esses pontos incluem a propriedade dos dados e as deduções feitas a partir deles, incluindo tendência algorítmica, privacidade e conformidade com novas leis como oRegulamento Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation, GDPR – em inglês). “A implantação bem-sucedida de uma solução de IoT exige que ela não seja apenas tecnicamente eficaz, mas também socialmente aceitável”, disse Jones. “Os CIOs devem, portanto, educar a si mesmos e seus funcionários a respeito e considerar formar grupos, como Conselhos de Ética, para revisar as estratégias corporativas. Os CIOs também devem considerar ter algoritmos-chave e sistemas de inteligência artificial revisados por consultorias externas para identificar potenciais vieses”.

3 – O Valor da Informação (Infonomics) e Transmissão de Dados

Pesquisa do Gartner sobre projetos de IoT mostra que 35% dos entrevistados estavam vendendo ou planejando vender dados coletados por seus produtos e serviços no ano passado. A teoria do Infonomics leva essa monetização de dados adiante, colocando as informações como um ativo comercial estratégico a ser registrado nas contas da empresa. Até 2023, a compra e venda de dados de IoT se tornarão parte essencial de muitos sistemas inteligentes e conectados. Os CIOs devem educar suas organizações sobre os riscos e as oportunidades relacionadas ao comércio de dados para definir as políticas de TI necessárias à orientação de todas as suas operações nesta área.

4 – A Mudança da Rede de Borda Inteligente para a Arquitetura de Malha Inteligente

A mudança de arquiteturas centralizadas e de Nuvem para estruturas de Edge Computing está em pleno andamento por conta da Internet das Coisas. No entanto, esse não é o ponto final, pois o conjunto de camadas associadas à arquitetura deEdge Computing evoluirá para um formato ainda mais desestruturado, composta por uma enorme variedade de dispositivos e serviços conectados em uma malha dinâmica. Com Edge Computing, teremos sistemas de IoT mais flexíveis, inteligentes e responsivos, embora muitas vezes à custa de complexidades adicionais. Os CIOs devem se preparar para o impacto das arquiteturas de malha na infraestrutura, nas habilidades e no fornecimento de TI.

5 – Governança de IoT

Com a contínua expansão da Internet das Coisas, a necessidade de uma estrutura de governança que garanta o comportamento apropriado na criação, armazenamento, uso e exclusão de informações relacionadas a projetos de IoT se tornará cada vez mais importante. A governança abrange desde tarefas técnicas simples, como auditorias de dispositivos e atualizações de firmware, até problemas mais complexos, como o controle de dispositivos e o uso das informações geradas por eles. Os CIOs devem assumir o papel de educar suas organizações sobre a importância da Governança de TI e, em alguns casos, investir em profissionais e em tecnologias que os ajudem na gestão de TI.

6 – A inovação dos Sensores

O mercado de sensores evoluirá continuamente até 2023. Novos sensores permitirão que uma gama ainda mais abrangente de situações e eventos sejam detectados. Os sensores atuais cairão de preço para se tornar mais acessíveis (ou serão empacotados de novas maneiras para suportar novos aplicativos) e novos algoritmos surgirão para extrair e deduzir mais informações das tecnologias de sensores atuais. Os CIOs devem garantir que seus times estejam monitorando as transformações desses componentes para identificar quais novidades podem ajudar na geração de oportunidades e em inovação para os negócios.

7 - Hardware e Sistema Operacional mais confiáveis

As pesquisas do Gartner mostram invariavelmente que a segurança é a área de maior preocupação técnica para organizações que implantam sistemas de IoT. Isso ocorre porque as empresas geralmente não têm controle sobre a origem e a natureza dos programas e equipamentos que estão sendo utilizados nas iniciativas de Internet das Coisas. “No entanto, até 2023, esperamos ver a implantação de combinações de hardware e software que, juntos, criem ambientes de IoT mais confiáveis e seguros”, diz o analista. “O Gartner aconselha os CIOs a colaborarem com os principais executivos de segurança digital para garantir que todo o time participe das decisões que envolvam a compra de dispositivos de IoT e sistemas operacionais incorporados”.

8 – Nova experiência de usuário para IoT

A experiência do usuário de IoT (UX) abrangerá uma vasta lista de tecnologias e técnicas de design. Ela será impulsionada por quatro fatores: novos sensores, novos algoritmos, novas arquiteturas de experiência e contexto e novas experiências sociais detectáveis. Com um número crescente de interações ocorrendo com dispositivos que não têm telas e teclados, os designers de UX das organizações serão obrigados a usar novas tecnologias e adotar novas perspectivas se quiserem criar experiências positivas para os usuários, protegendo seus interesses dos clientes.

9 - Inovação do chip de silício

“Atualmente, a maioria dos endpoints de dispositivos de IoT usa chips de processador convencionais, com arquiteturas ARM de baixa potência, que são particularmente populares. No entanto, os conjuntos de instruções tradicionais e as arquiteturas de memória não são adequados para todas as tarefas que esses itens precisam executar”, afirma Jones. “Por exemplo, o desempenho de redes neurais profundas (DNNs) é frequentemente limitado pela largura de banda da memória, em vez de poder de processamento”. Até 2023, é esperado que novas gerações de chips possam reduzir o consumo de energia necessário para executar uma DNN, permitindo novas arquiteturas de Edge Computing e funções neurais incorporadas a terminais de IoT de baixa potência. Isso suportará a inclusão de novos recursos, como análise de dados integrada com sensores e reconhecimento de fala, em dispositivos de baixo custo e movidos a bateria. Os CIOs são aconselhados a tomar nota dessa tendência, uma vez que os novos chips permitirão incluir novas funções de IA embarcadas, o que por sua vez possibilitará às organizações a oportunidade de criarem produtos e serviços altamente inovadores.

10 - Novas tecnologias de rede sem fio para IoT

A rede de IoT envolve o balanceamento de um conjunto de requisitos que competem entre si, como custo de ponto final, consumo de energia, largura de banda, latência, densidade de conexão, custo operacional, qualidade de serviço e faixa de frequência da conexão. Atualmente, nenhuma tecnologia de rede otimiza tudo isso de maneira única, mas as novas tecnologias de rede de IoT fornecerão aos CIOs mais opções e flexibilidade. Em particular, eles deveriam explorar 5G, a próxima geração de satélites de baixa órbita terrestre e redes de retroespalhamento.

Fonte: Planin, assessoria de imprensa do Gartner

Principais Tendências

As empresas devem trabalhar para garantir que tenham as habilidades e os parceiros necessários para apoiar as principais tendências e tecnologias emergentes de IoT. Segundo o Gartner, os líderes de TI serão responsáveis em 2023 por três vezes mais endpoints do que o número de dispositivos hoje existentes em suas organizações.

Estônia: A Sociedade Digital

Considerada a “sociedade digital mais avançada do mundo, os engenhosos Desbravadores Estonianos, os quais construiram um eficiente, seguro e transparente ecosistema que economiza tempo e dinheiro. e-Estonia convida-o a seguir esta “Jornada Digital”.

Quando a Estônia começou a construir esta “Sociedade da Informação em 1997, não havia dados digitais armazenados a  respeito de cidadãos. A população em geral não tinha internet ou mesmo quais quer dispositivos para acessá-la. Foi necessária muita coragem para investir em Tecnologia da Informação e seguir este caminho.

A seguir mostramos as “e-Solutions” que fizeram a Estônia se transformar em uma das mais desenvolvidas sociedades digitais do mundo.

 

1997 - e-Governance

e-Governance é uma estratégia para a Estônia aumentar a competitividade do estado e aumentar o bem-estar do seu povo enquanto implementa uma governança livre de problemas

Cidadãos podem selecionar “e-solutions” entre uma gama de serviços públicos em um lugar e data convenientes para eles, como 99% dos serviços públicos disponíveis para os cidadãos como “e-services”.

O eficiente “e-Government” é mais claramente expressado em termos de trabalho de pessoas comuns e oficiais, os quais seriam de outra forma gastos com excesso de burocracia e ineficiência

2000 - e-Tax

Modern e-solutions have made setting up and running a business in Estonia quick and easy. Estonian e-solutions for business, such as electronic tax claims, have pared bureaucracy down to a bare minimum and facilitated an environment where business is extremely convenient. Today, you can pay your taxes in Estonia only in one click – all you need is 3-5 minutes for the tax filing process and it’s done! That is why each year, around 95 per cent of all tax declarations in Estonia are filed electronically.

As modernas e-Solutions têem criado e estabelecido uma rápida e fácil maneira de realizar negócios.

 

2001 - X-Road

Running a modern state is a data-driven endeavour and for e-Estonia the open-source backbone is X-Road.

This is the invisible yet crucial environment that allows the nation’s various e-service databases, both in the public and private sector, to link up and operate in harmony, and saves more than 800 years of working time for the state and citizens annually.

Bear in mind the unique aspect of e-Estonia is that it lacks a centralised or master database – all information is held in a distributed data system and can be exchanged instantly upon request, providing access 24/7.

2002 -Digital ID

Nearly every one of Estonia’s 1.3 million citizens has an ID card, which is much more than simply a legal photo ID.

Technically, it is a mandatory national card with a chip that carries embedded files, and using 2048-bit public key encryption, it can function as definitive proof of ID in an electronic environment.

Functionally, the ID card provides digital access to all of Estonia’s secure e-services, releasing a person from tedious red tape and making daily tasks faster and more comfortable whether we are talking about banking or business operations, signing documents or obtaining a digital medical prescription.

2005 - I-Voting

Estonia was the first nation in history to offer internet voting in a nationwide election in 2005.

Completely unrelated to the costly electronic voting systems with their problematic machinery used in some countries, the Estonian open-source voting solution is simple and secure.

The groundbreaking i-Voting system allows citizens to vote at their convenience, no matter how far they are from a polling station, since the ballot can be cast from any internet-connected computer anywhere in the world. i-Voting has become a reality only thanks to the fact that the majority of our residents have a unique secure digital identification provided by the state. i-Voting takes just 3 minutes and brings votes from all over the world.

2007 - Public safety

The introduction of IT has helped to strengthen public order in Estonia and assist in the case of accidents. The use of IT tools in the security services (e-Police, rescue board, emergency centre) has halved the number of deaths by accident in Estonia over the last 20 years.

Employees of the security services are now able to remotely determine 35% of the locations of accident victims to within a 5-metre radius, and 93% of emergency calls are answered within 10 seconds. Estonian police are no longer allowed to stop cars for technical checks, as all the relevant data is available using their onboard computer. This has made the police 50 times more efficient.

7 - Hardware e Sistema Operacional mais confiáveis

As pesquisas do Gartner mostram invariavelmente que a segurança é a área de maior preocupação técnica para organizações que implantam sistemas de IoT. Isso ocorre porque as empresas geralmente não têm controle sobre a origem e a natureza dos programas e equipamentos que estão sendo utilizados nas iniciativas de Internet das Coisas. “No entanto, até 2023, esperamos ver a implantação de combinações de hardware e software que, juntos, criem ambientes de IoT mais confiáveis e seguros”, diz o analista. “O Gartner aconselha os CIOs a colaborarem com os principais executivos de segurança digital para garantir que todo o time participe das decisões que envolvam a compra de dispositivos de IoT e sistemas operacionais incorporados”.

8 – Nova experiência de usuário para IoT

A experiência do usuário de IoT (UX) abrangerá uma vasta lista de tecnologias e técnicas de design. Ela será impulsionada por quatro fatores: novos sensores, novos algoritmos, novas arquiteturas de experiência e contexto e novas experiências sociais detectáveis. Com um número crescente de interações ocorrendo com dispositivos que não têm telas e teclados, os designers de UX das organizações serão obrigados a usar novas tecnologias e adotar novas perspectivas se quiserem criar experiências positivas para os usuários, protegendo seus interesses dos clientes.

9 - Inovação do chip de silício

“Atualmente, a maioria dos endpoints de dispositivos de IoT usa chips de processador convencionais, com arquiteturas ARM de baixa potência, que são particularmente populares. No entanto, os conjuntos de instruções tradicionais e as arquiteturas de memória não são adequados para todas as tarefas que esses itens precisam executar”, afirma Jones. “Por exemplo, o desempenho de redes neurais profundas (DNNs) é frequentemente limitado pela largura de banda da memória, em vez de poder de processamento”. Até 2023, é esperado que novas gerações de chips possam reduzir o consumo de energia necessário para executar uma DNN, permitindo novas arquiteturas de Edge Computing e funções neurais incorporadas a terminais de IoT de baixa potência. Isso suportará a inclusão de novos recursos, como análise de dados integrada com sensores e reconhecimento de fala, em dispositivos de baixo custo e movidos a bateria. Os CIOs são aconselhados a tomar nota dessa tendência, uma vez que os novos chips permitirão incluir novas funções de IA embarcadas, o que por sua vez possibilitará às organizações a oportunidade de criarem produtos e serviços altamente inovadores.

10 - Novas tecnologias de rede sem fio para IoT

A rede de IoT envolve o balanceamento de um conjunto de requisitos que competem entre si, como custo de ponto final, consumo de energia, largura de banda, latência, densidade de conexão, custo operacional, qualidade de serviço e faixa de frequência da conexão. Atualmente, nenhuma tecnologia de rede otimiza tudo isso de maneira única, mas as novas tecnologias de rede de IoT fornecerão aos CIOs mais opções e flexibilidade. Em particular, eles deveriam explorar 5G, a próxima geração de satélites de baixa órbita terrestre e redes de retroespalhamento.

Fonte: Planin, assessoria de imprensa do Gartner

Tendências IOT 2019

Perspectivas incluem tecnologias de inteligência artificial, edge computing e gêmeos digitais

Congresso Mundial de Soluções para a Internet das Coisas (IoTSWC)

A quarta edição do Congresso Mundial de Soluções para a Internet das Coisas (IoTSWC), que ocorreu em Barcelona (Espanha) no início deste mês, sinalizou um interesse crescente na tecnologia de IoT, com o número de participantes pulando em 25% ao ano, para 16.250. A variedade de tópicos discutidos mostra que o conceito IoT está sendo adotado por empresas de todos os setores e que a tecnologia passou da fase de desenvolvimento para a implementação de soluções práticas cujos resultados são cada vez mais evidentes.

Os 200 discursos e painéis foram divididos em áreas temáticas (manufatura, saúde, transporte conectado, energia e serviços públicos, edifícios e infra-estruturas e indústria aberta).

Listamos algumas das principais tendências que surgiram das apresentações, bem como a partir de entrevistas que realizamos.

Trazendo ordem para os protocolos

Embora a seleção natural – talvez facilitada pela evolução futura das redes 5G – provavelmente reduza o número, muitos padrões e protocolos de comunicação para a internet das coisas continuarão por muito tempo. A “tradução” dos sinais e a sua integração nos fluxos de informação continuarão, portanto representa uma oportunidade para os integradores de sistemas e empresas que operam neste setor. Embora frameworks e plataformas estejam surgindo para gerenciar e padronizar os diferentes sistemas periféricos (a proposta EdgeX Foundry de fonte aberta da Foundation merece atenção), eles ainda não existem e não haverá soluções “plug and play” para IoT por um tempo.

Inteligência artificial para dar valor aos dados

A inteligência artificial é o ingrediente fundamental necessário para compreender a grande quantidade de dados coletados nos dias de hoje e aumentar seu valor para os negócios. A maneira mais fácil de implementá-lo é recorrer aos serviços de API de operadores de nuvem, como Amazon, Google, Microsoft e IBM. O risco de usar soluções padrão acessíveis a todos é que elas reduzem a vantagem competitiva das empresas que as utilizam, já que elas podem ser facilmente implementadas pelos concorrentes. Criar uma plataforma proprietária de AI, no entanto, não será possível para todos.

Edge computing para superar os limites da nuvem

A nuvem, entretanto, está mostrando seus limites: conectividade rápida e constante nem sempre é possível, especialmente no caso de veículos conectados ou instalações em áreas remotas; a latência entre envio de dados, processamento e resposta nem sempre é compatível com certos aplicativos; e os custos de armazenamento são altos mesmo para dados que não são necessariamente indispensáveis.

Há, portanto, uma tendência crescente para realocar parte do armazenamento e processamento de dados para a periferia da rede, próximo a sensores e objetos conectados. Essa chamada “computação de borda” (edge computing) será cada vez mais importante e cada vez mais inteligente, graças aos chips otimizados para aprendizado de máquina e soluções capazes de trazer “localmente” os algoritmos AI dos “suspeitos usuais”, como o Amazon Greengrass e Google Cloud IoT.

Gêmeos digitais passam de objetos para fluxos de produção

CA criação de um gêmeo digital, que graças aos dados coletados pelos sensores pode fornecer uma representação virtual realista de produtos e sistemas, será cada vez mais aplicada a processos produtivos inteiros, permitindo não só monitorar plantas inteiras, mas também prever o que acontecerá quando um novo modelo está em produção ou algumas variáveis ​​mudam. Isso, de acordo com os proponentes da tecnologia, resultará em maior eficiência, menor tempo de lançamento no mercado e menos falhas e problemas de não conformidade.

Para a produção de gêmeos digitais “preventivos”, isto é, simulações de objetos ou plantas que ainda não existem, estamos usando algoritmos de modelagem física e, por mais paradoxais que pareça, sistemas de inteligência artificial que substituam sensores em simulações do feedback esperado.

Andrea Grassi | IDG News Service

COMPUTERWORLD

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